Tratado de Gastroenterologia em Estrofes
Intestinos Delgado e Grosso em Estrofes

INTESTINO DELGADO  -  EMBRIOLOGIA

 

1. QUARTA SEMANA DE EVOLUÇÃO

 

   Começa a surgir o aparelho digestivo

   na 4a semana do crescimento em vigor,

   um intestino já tem 3 tópicos ativos

   que são: anterior, médio e posterior.

 

2. FORMAÇÃO TUBULAR SIMPLES

 

   Evidencia-se como simples tubo local

   da boca ao ânus em única comunicação,

   e sustenta-se pelo mesentério dorsal

   e pelo saco vitelino na média porção.

 

3. ÓRGÃOS DO INTESTINO MÉDIO

  

   Vindo do intestino médio aqui citado

   aparecem diferentes órgãos regulares,

   fígado, pâncreas e intestino delgado

   uma parte do cólon e ductos biliares.

4. ALÇA EM "U"

 

   O aludido desenvolvimento intestinal

   entre 5-10 semanas, tem sua evolução,

   existe um crescimento rápido inicial

   dando formação à alça em U na região.

 

   4.1. UNIÃO COM SACO VITELINO

 

 

     A alça em U, tal como foi mencionado,

     une-se ao saco vitelino ventralmente,

     por meio do ducto vitelino associado

     ou ducto onfalomesentérico existente.

 

  4.2. ARTÉRIA MESENTÉRICA SUPERIOR

 

     A ímpar artéria mesentérica superior

     naturalmente é muito bem reconhecida

     no início da 5a semana, com seu teor,

     e é eixo central desta alça referida.

 

  4.3. SEGMENTOS PROXIMAIS E DISTAIS

 

    Já uns segmentos proximais e distais

    em relação ao ápice da alça estudada

    e mesos, são ditos, em termos gerais,

    de pré e pós quanto à artéria citada.

 

5. ELO ENTRE INTESTINO MÉDIO E POSTERIOR

  

    Num elo: intestino médio e posterior,

    o órgão fixa-se no mesentério dorsal,

    para formar o ângulo cólico em vigor

    e forma-se junto à parede intestinal.

 

 

6. EXTREMIDADE DO INTESTINO MÉDIO

 

  6.1. PARTE FIXA

 

    Nas extremidades do intestino medial

    há uma parte fixa mais superiormente,

    que se encontra num duodeno proximal

    e num ângulo cólico mais distalmente.

 

  6.2. SEGMENTO PÓS-ARTERIAL

 

    Um broto cecal e apendicular em ação

    tem origem num segmento pós-arterial,

    delimitando uma expressiva transição

    entre futuro delgado e cólon natural.

 

7. DUCTO E SACO VITELINO

 

    O ducto vitelino tem desaparecimento

    tipicamente na 7a semana de gestação,

    pois, nesta etapa do desenvolvimento,

    o saco vitelino entra em obliteração.

 

8. DIVERTÍCULO DE MECKEL

 

    Assim, se neste mecanismo em questão

    existir uma persistência embrionária,

    divertículo de Meckel será alteração,

    até com outras anomalias secundárias.

 

INTESTINO  DELGADO  -  ANATOMIA

 

 

1. MORFOLOGIA

 

     O delgado é área do tubo da digestão

     desde piloro à junção ileocecocólica,

     duodeno, jejuno e íleo é sub-divisão

     que revela as três áreas categóricas;

 

     aí, o alimento é totalmente digerido

     constituindo um órgão de importância,

     em sua mucosa, o produto é absorvido,

     e há atuação sangüínea em abundância;

 

     tem de 5 a 8m após a morte comumente,

     numa mulher ele tem um metro a menos,

     tem cerca de 2 metros no ser vivente,

     sendo comparativamente muito pequeno;

 

     assim, este citado intestino delgado

     relaciona-se à estatura de pacientes,

     na região contramesenterial é notado

     e medido o seu comprimento existente.

 

2.1.1. PARTE SUPERIOR (D1)

 

 

     Duodeno é formado por quatro porções,

     a 1a área (D1) é livre, por seu teor,

     por não apresentar as suas dimensões

     ligadas à parede abdominal posterior.

 

 

  A. TRAJETO

 

     A parte superior (D1) ou a 1a porção,

     está à direita da 1a vértebra lombar,

     vai oblíqua para cima e, noutra ação,

     para trás e à direita, vai se situar.

 

  B. LIMITES

 

     Avança desde o piloro, proximalmente,

     até junto do colo da vesícula biliar,

     ela se curva para baixo naturalmente,

     e com a descendente vai se continuar.

 

     o início da primeira porção duodenal

     é recoberto pelo peritônio existente,

     o resto do duodeno é retroperitonial

     e o contorno fixado à parede vigente.

 

2.1.2. PARTE DESCENDENTE (D2)

 

 

    A área descendente (D2) ou 2a porção
    forma ângulo de 70o com a precedente,

    avança à direita da coluna da região

    indo à direita desta coluna saliente.

 

  A. COLÉDOCO E DUCTO PANCREÁTICO

 

    A área descendente do duodeno citado,

    2a área (D2) recebe o colédoco local,

    ducto pancreático e acessório aliado,

    e vão juntos à papila maior duodenal.

 

  B. PAPILAS MAIOR E MENOR DUODENAL

  

    Uma papila maior encontra-se situada

    a cerca de 7cm do piloro medialmente,

    enquanto que, na papila menor aliada,

    há um acessório (santorini) presente.

 

  C. PAPILA MENOR DUODENAL


    A tal papila menor duodenal estudada

    localiza-se num ângulo ântero-medial

    da parte descendente duodenal citada,

    2cm proximal à papila maior do local;

 

2.1.3. PARTE HORIZONTAL (D3)

 

    A 3a área (D3) ou a parte horizontal,

    gera 90o com uma 2a flexura inferior,

    ela prossegue de maneira bem natural

    da direita à esquerda com o seu teor.

 

  A. RELAÇÕES ANATÔMICAS

 

    Esta terceira porção (D3) mencionada

    vai à esquerda e cruza o psoas maior,

    a veia cava inferior, a aorta aliada,

    e do outro lado o psoas esquerdo mor.

 

    ela também está cruzada ventralmente

    com os vasos mesentéricos superiores,

    com o processo uncinado cranialmente

    e raiz do mesentério com seus teores.

 

  B. PINÇA VASCULAR

 

    Transversalmente em L4, vai se notar,

    como área inframesocólica plenamente,

    ela apresenta-se numa pinça vascular:

    aorta atrás, a mesentérica na frente.

 

 

2.1.4. PARTE ASCENDENTE (D4)

 

   A. FLEXURA DUODENOJEJUNAL

 

     A 4a área (D4) ou a parte ascendente

     caminha à esquerda da aorta do local,

     e, na dinâmica, volta-se para frente,

     seguindo como flexura duodenojejunal;

 

     a altura desta flexura é tão elevada

     quanto a da primeira porção duodenal,

     as 3a e 4a partes não são observadas,

     com uma diferenciação que seja ideal.

 

   B. RELAÇÕES ANATÔMICAS

 

     Cruzada na raiz do mesentério afinal

     sob o mesocólon transverso da região,

     tem a continuação na 1a alça jejunal

     e segue os vasos gonadais em atuação;

 

     esta 4a porção ou a parte ascendente

     para cima e à esquerda vai se situar,

     para trás, no lado esquerdo presente,

     pertinente à segunda vértebra lombar.

 

  C. FORMA TRIANGULAR

 

    A região terminal do duodeno em ação

    e a flexura duodenojejunal existente,

    são mantidas em uma adequada posição

    com forma triangular mais condizente.

 

  D. UNIÃO MÚSCULO-LIGAMENTOSA

 

    A forma triangular tem tecido gerado

    por fibras musculares lisas em união,

    por meio do músculo suspensor aliado

    e o ligamento de Treitz na angulação.

 

  E. LIGAMENTO DE TREITZ

 

    Ele é dependência da túnica muscular

    e une partes ascendente e horizontal,

    o ângulo duodenojejunal vai se ligar

    mais a mesentérica superior arterial.

 

2.1.5. FLEXURA DUODENOJEJUNAL E MÚSCULO   SUSPENSOR DO DUODENO

 

    Terminação do duodeno forma no local

    do início do jejuno, um ângulo agudo,

    que é chamado flexura duodenojejunal,

    referencial para cirurgias e estudos;

 

INTESTINO DELGADO  -  HISTOLOGIA

 

 

1. CÉLULAS "S" DO INTESTINO DELGADO

 

   Estas células S do intestino delgado

   geram adequada secreção de secretina

   cujo efeito hormonal é caracterizado

   pela secreção bicarbonatada alcalina.

 

2. CÉLULAS "K" DO INTESTINO DELGADO

 

   Já as células K do intestino delgado

   diminuem a secreção de um suco ácido

   e o princípio hormonal é viabilizado

   com o polipeptídeo inibidor gástrico.

 

3. CÉLULAS "L" DO INTESTINO DELGADO

  

   Estas células L do intestino delgado

   secretam a ímpar glicentina hormonal,

   e o seu metabolismo está relacionado

   com glicogenólise hepática funcional.

 

4. CÉLULAS "I" DO INTESTINO DELGADO

 

   Já as células I do intestino delgado

   viabilizam as secreções pancreáticas,

   com um espasmo da vesícula associado
   por ação da CCK-PZ que há na prática.

 

5. CÉLULA "D" PILORO - DUODENO

 

 

   As células "D" pilóricas e duodenais

   efetuam inibição bastante localizada

   das células enteroendócrinas casuais

   com a somatostatina que é engendrada.

 

6. CÉLULAS "Mo" INTESTINO DELGADO

  

   As células "Mo" do intestino delgado

   elevam a vital motilidade intestinal,

   por meio do composto que é secretado

   que se traduz como motilina hormonal.

 

7. CÉLULAS "Ec" DO TUBO DIGESTIVO

 

   Já as células "Ec" do tubo digestivo

   elevam ainda a motilidade intestinal,

   através dos seus 2 princípios ativos

   serotonina e a substância P hormonal.

 

8. CÉLULAS “D1” DO TUBO DIGESTIVO

 

   Há as células "D1" do tubo digestivo

   para eliminar íons e a água do local,

   um polipeptídeo intestinal vasoativo

   traduz a sua ativa secreção hormonal.

 

12.2. GLÂNDULAS DE LIEBERKÜHN

 

 

    Na inserção das aludidas vilosidades

    notam-se orifícios em desembocaduras

    de glândulas tubulosas da localidade,

    ou as de Lieberkühn, da nomenclatura.

 

12.3. VILOSIDADES

 

  12.3.1. AÇÃO MITÓTICA

 

    Existe nítida continuidade epitelial

    em glândulas locais e em vilosidades,

    ademais a alta ação mitótica natural

    propicia uma rápida regenerabilidade.

 

  12.3.2. ASCENÇÃO CELULAR

 

    As células sobem para as vilosidades

    elas sobem pelos vilos, naturalmente,

    têm a feição de capuz na extremidade,

    e assim se desprendem posteriormente.

 

  12.3.3. SUBSTITUIÇÃO CELULAR

 

    Essa substituição celular mencionada

    no homem, gasta habitualmente 5 dias,

    e 30g da camada epitelial é renovada
    revitalizando o delgado com primazia;

 

INTESTINO DELGADO  -  FISIOLOGIA

 

1. FUNÇÕES

 

   As atuações do intestino delgado são:

   conduzir os alimentos nele presentes,

   participar adequadamente da digestão

   e absorver os importantes nutrientes;

 

   as funções são efetuadas e reguladas

   por mecanismos complexos competentes,

   ao intrínseco, elas estão associadas,

   assim como ao extrínseco, juntamente;

 

   a compreensão dos mecanismos normais

   e das funções digestivas pertinentes,

   promovem diagnósticos mais racionais

   com tratamentos algo mais eficientes;

 

2. AÇÃO DIGESTIVA E ABSORTIVA DO INTESTINO DELGADO

 

   Este intestino participa da digestão

   e absorve os nutrientes naturalmente,

   abrange funções salivares em ligação

   gástrica e pancreática conjuntamente.

2.1. BORDA EM ESCOVA DOS ENTERÓCITOS

 

 

    Há a atividade enzimática encontrada

    numa borda em escova dos enterócitos,

    que fraciona sua nutrição assimilada

    nos elementos básicos e fisiológicos;

 

    estes elementos básicos fisiológicos

    são absorvidos de várias modalidades,

    por transporte ativo mais categórico

    e ainda pelo passivo, na normalidade.

 

2.2. TRANSPORTE PASSIVO

 

    Um transporte passivo é a circulação

    que se processa a favor do gradiente,

    assim não se consome energia na ação

    pois, nutrientes passam passivamente;

 

    conforme a natureza da força movente

    o transporte pode se dar por difusão,

    migração iônica ou convexão presente

    movidas na diferença de concentração;

 

 

2.3. TRANSPORTE ATIVO

 

   
    Um transporte ativo tem sua dinâmica

    contra gradiente eletroquímico local,

    desta maneira, esta atuação orgânica,

    consome energia de uma forma trivial;

 

    notam-se outras formas de circulação

    por meio do transporte que é mediado

    por carregadores presentes na região

    e ainda por canais em todos os lados.

 

2.3.1. CARREGADORES

 

    Carregadores são proteínas colocadas

    como ilhas na membrana do enterócito,

    nesta membrana, elas são mobilizadas,

    por meio de efeito elétrico metódico;

 

    através das forças elétricas citadas

    as substâncias avançam ao outro lado,

    assim, depois desta atuação relatada

    soltam-se de carregadores associados.

 

 

INTESTINO DELGADO - CLÍNICO-LABORATORIAL

 

 

1. HISTOLOGIA

 

    A parcela para a absorção no delgado,

    com vilosidades, válvulas coniventes,

    e microvilosidades é de 2.000.000cm2,

    estando aumentada significativamente;

 

    se fosse lisa teria 3.500cm2 somente,

    mas aumenta 30 vezes com vilosidades,

    mais 3 vezes com válvulas coniventes,

    e até 600 vezes com microvilosidades;

 

    as vilosidades num tecido absorvente,

    pelas colunares altas são atapetadas,

    e entre elas e enterócitos presentes,

    mucíparas e argentafins, são notadas;

 

    elas identificam 500 micra de altura,

    já as criptas de Lieberkuhn alcançam

    a profundidade com 150y na estrutura

    basal de células a que se relacionam;

 

   em criptas, estes enterócitos nascem,

   depois eles avançam ascencionalmente,

   células de Paneth, também aí existem,

   produzindo suas enzimas naturalmente.

 

1.1. ATROFIAS VILOSITÁRIAS

 

   Atrofias vilositárias classificam-se

   em parcial, sub-total e também total,

   nelas, células mucíparas aumentam-se

   e há alongamento de criptas em geral;

 

   Há enterócitos naturais numa parcial,

   transformam-se nos dois outros tipos,

   demonstram completa atrofia na total,

   proporcionalmente, como foi descrito;

 

   vilosidades normalmente conservam-se

   com altura que é natural, na parcial,

   menos longas na sub-total e acham-se

   de modo plenamente achatado na total.

 

1.1.1. DOENÇA CELÍACA, ESPRU E LINFANGIECTASIA

 

    Com doença celíaca ou espru tropical,

    aparecem estas atrofias vilositárias,

    porém, na linfangiectasia intestinal

    elas se mantêm da maneira originária;

 

    Ainda, quanto à esta linfangiectasia,

    em linfáticos acontece uma dilatação,

    notando-se na submucosa por anomalia

    e também na lâmina própria em adição.

 

 

1.1.2. ALTERAÇÕES NA ESCLERODERMIA

 

    Numa esclerodermia pode-se constatar

    em glândulas de Bruner uma esclerose

    desenvolvendo de forma periglandular

    com infiltrado da muscularis mucosae.

 

 

1.1.3. ALTERAÇÕES NA DOENÇA DE CADEIA ALFA

 

    Referente à patologia de cadeia alfa,

    não se evidencia epitélio patológico,

    já a biópsia mostra infiltração alta,

    da lâmina própria, com os linfócitos.

 

INTESTINO GROSSO - EMBRIOLOGIA

 

1. APLICAÇÃO

 

     O ímpar discernimento da embriologia

     aborda o intestino fetal em formação,

     e aliado ao da anatomia e fisiologia

     facilita um diagnóstico ao cirurgião.

 

2. FORMAÇÃO DO APARELHO DIGESTIVO

 

  2.1. UNIÃO DA ECTODERME COM A ENDODERME

 

     A constituição do aparelho digestivo

     ocorre 2 semanas após a fertilização,

     por meio de um desenvolvimento ativo

     da ectoderme e da endoderme em união.

 

  2.2. CAVIDADE AMNIÓTICA E SACO VITELINO

 

     A relatada ectoderme é caracterizada

     como cavidade amniótica por formação,

     enquanto que a endoderme é observada

     como sendo saco vitelino em evolução.

 

  2.3. DISCO EMBRIONÁRIO

 

     Então a porção superior da endoderme

     identifica-se em típica justaposição

     com uma porção inferior da ectoderme

     e o disco embrionário tem a formação.

 

 

2.4. TROFOBLASTO

 

    O vital disco embrionário mencionado

    no primeiro mês de mecanismo natural,

    tem um formato tubular e está ligado

    ao trofoblasto pelo cordão umbilical.

 

2.5. INTESTINO ANTERIOR E POSTERIOR

 

    Células endodérmicas se movimentando

    mudam a forma deste embrião em vigor,

    a gerar reentrâncias que vão gerando

    IA intestino anterior e IP posterior.

 

2.6. INTESTINO MÉDIO

 

    A área entre IA e IP tem comunicação

    livremente com o saco vitelino local,

    vindo a formar na ação de elaboração

    o IM intestino médio de modo natural.

 

2.7. REVESTIMENTO INTESTINAL

 

    O tubo, em quase sua extensão global,

    é revestido por meio desta endoderme,

    porém a cavidade bucal e futura anal

    têm revestimento feito por ectoderme;

 

3. TUBO PRIMITIVO

 

    O tubo digestivo primário no embrião

    em quatro semanas de evolução normal,

    revela três segmentos na sub-divisão

    o cefálico, o médio e ainda o caudal;

 

 3.1. INTESTINO CEFÁLICO OU ANTERIOR

 

    A região cefálica forma em seu âmago

    através do desenvolvimento funcional,

    a boca, a faringe, esôfago, estômago

    e ainda uma parte da região duodenal.

 

 3.2. INTESTINO MÉDIO

 

  3.2.1. ALÇA CEFÁLICA

 

    Intestino médio em sua alça cefálica

    forma o duodeno distal, naturalmente,

    o jejuno em sua evolução sistemática

    e a maior parcela do íleo juntamente.

 

  3.2.2. ALÇA CAUDAL

 

    O intestino médio em sua alça caudal

    forma o íleo terminal, o ceco e mais

    o apêndice, o cólon ascendente local,

    e o cólon transverso em 2/3 iniciais.

 

INTESTINO GROSSO - ANATOMIA

 

1. MORFOLOGIA

 

    O intestino grosso é área intestinal

    que se estende em sua ampla formação

    desde o segmento ileal ao canal anal

    possuindo de 120 a 200cm de extensão;

 

    com apêndice, ceco, cólon ascendente,

    e neste perfil anatômico se constata

    cólon transverso e cólon descendente,

    o sigmóide e ainda o reto se destaca;

 

    o intestino grosso mostra diminuição

    de seu calibre real progressivamente

    do ceco ao sigmóide, há esta redução,

    de uns 7,5cm a 2,5cm aproximadamente;

 

    a diferença para o intestino delgado

    se dá pelo maior calibre, saculações,

    mais apêndices epiplóicos associados

    cor clara e tênias em suas formações.

 

1.1. TÊNIAS

 

 


    Tênias são formadas por concentração

    de fibras musculares e longitudinais

    do cólon tendo 3 faixas com extensão

    bem menor que amplitudes intestinais;

 

    a 1a tênia é mesocólica, consistente,

    referindo-se ao mesocolo em inserção,

    no transverso e no sigmóide presente,

    ou póstero-lateral no resto do órgão;

 

    a 2a tênia é anterior, no ascendente,

    no descendente ou no sigmóide também,

    há insersão no grande omento vigente

    assim, o nome de tênia omental advém;

 

    a 3a tênia local não tem o seu vigor

    unido ao meso ou ao omento existente,

    e, sim, unido ao transverso inferior

    e parcela medial do cólon ascendente;

 

1.2. HAUSTRAÇÕES

 

 


   Entre as tênias se notam haustrações,

   sendo separadas por anéis circulares,

   reduzindo o calibre e suas dimensões

   e os anéis são as pregas semilunares;

 

   o intestino, ao nível de haustrações,

   é fino, o que evidencia contribuição

   para ampliar seu poder de distenções,

   principalmente do ceco, na obstrução;

 

   o tamanho das haustrações existentes

   depende de contrações da musculatura,

   que desaparecem, quase completamente,

   com o relaxamento de suas estruturas.

 

1.3. APÊNDICES EPIPLÓICOS

 

   Os apêndices epiplóicos são pequenos

   tendo acúmulos de gordura peritoneal,

   evidenciando um sítio bem mais pleno

   ao longo das tênias, de modo natural;

 

INTESTINO GROSSO  -  HISTOLOGIA

 

1. FUNÇÃO DA MUCOSA DO INTESTINO GROSSO

 

    A mucosa do intestino grosso aludido

    produz bastante muco em sua secreção,

    e neste seu metabolismo desenvolvido

    absorve, a contento, a água no órgão.

 

2. CONFORMAÇÃO DA MUCOSA

 

    O intestino grosso tem a conformação

    de mucosa lisa e sem pregas no local,

    com área retal do órgão como exceção,

    e tem uma fina área estriada natural.

 

3. CÉLULAS CALICIFORMES

 

    Nesta porção do intestino pesquisado

    não se notam vilosidades tipicamente,

    o tecido é bem longo e caracterizado

    pelas células caliciformes presentes.

 

4. CÉLULAS ENTEROENDÓCRINAS
 

    Essas células caliciformes relatadas

    mostram-se com expressiva abundância,

    já as enteroendócrinas aí associadas

    revelam-se como de menor importância.

 

5. DINÂMICA ANATÔMICO-FISIOLÓGICA

 
   5.1. SECREÇÃO DE MUCO E ABSORÇÃO
          DE ÁGUA

 

     A estrutura deste órgão agora citado

     está relacionada com as suas funções,

     que é secretar o seu muco aprimorado

     e a absorção de água em suas porções.

 

   5.2. TRANSPORTE DE SÓDIO

 

     Há passivamente a absorção na região,

     seguindo o sódio, que é transportado,

     em membranas basal e lateral em ação

     nos tecidos de absorção relacionados.

 

6. LÂMINA PRÓPRIA

 

   6.1. NÓDULOS LINFÁTICOS

 

     Lâmina própria é plena de linfócitos

     e de nódulos linfáticos relacionados,

     da muscular da mucosa, estes nódulos,

     invadem a submucosa como é observado.

 

6.2. RELAÇÃO DO SISTEMA IMUNITÁRIO COM BACTÉRIAS

 

     Nota-se dentro de estudo prioritário,

     sobre a amplitude celular intestinal,

     que as células do sistema imunitário

     relacionam-se com bactérias do local.

 

7. CAMADA MUSCULAR

  

  7.1. FIBRAS CIRCULARES E LONGITUDINAIS

 

    A camada muscular é bem desenvolvida

    apresentando na constituição natural

    as vitais fibras circulares reunidas

    e fibras longitudinais como é normal.

 

  7.2. FORMAÇÃO DAS TÊNIAS

 

    Essa camada possui uma diferenciação

    relativamente a um intestino delgado,

    e as fibras longitudinais em reunião

    formam as tênias em 3 feixes ligados.

 

8. CAMADA SEROSA

 

    Em áreas livres do cólon relacionado

    a camada serosa tem sua evidenciação

    em apêndices pedunculados associados

    como os apêndices epiplóicos em ação.

 

9. COLUNAS DE MORGAGNI OU RETAIS

 

    Já na região anal, a membrana mucosa

    mostra variadas pregas longitudinais,

    que se identificam de forma preciosa

    com as colunas de Morgagni ou retais.

 

 

INTESTINO GROSSO  -  FISIOLOGIA

 

 

1. CONCEITO ANTIGO

 

    O intestino grosso foi caracterizado

    como reservatório passivo competente

    de um material orgânico inapropriado,

    advindo dos vários órgãos existentes;

 

    esse conceito foi sendo bem alterado

    e hoje se conhece um papel relevante,

    que, por ele, é deveras desempenhado

    traduzindo uma fisiologia importante.

 

2. FUNÇÕES DO INTESTINO GROSSO

 

    São funções deste intestino estudado:

    armazenamento, transportes, absorção,

    e excreção de produtos metabolizados

    sob a forma e no tempo de predileção;

 

    os discernimentos médicos acumulados

    sobre atuações fisiológicas naturais,

    permitem que sejam muito coordenados

    os procedimentos cirúrgicos triviais.

 

 

3. ABSORÇÃO

 

   3.1. ABSORÇÃO NO CÓLON

 

 

     Uma absorção é quase toda engendrada

     pelo cólon direito mais naturalmente,

     e esta dinâmica é melhor aproveitada

     dentro do ceco e do cólon ascendente.

 

   3.2. ABSORÇÃO NO RETO

 

     Porém, existe uma pequena quantidade

     de água, sais e carboidratos em ação,

     com absorção no reto com praticidade

     como dextrose e sacarose na digestão.

 

   3.3. ÁGUA E ELETRÓLITOS

 

     O cólon tem a capacidade de absorver

     água e eletrólitos em suas dinâmicas,

     a tal absorção é capacidade de reter

     substâncias orgânicas ou inorgânicas;

  

     a água é a principal estrutura local

     que mostra sua absorção passivamente,

     a sua ligação ocorre de modo natural

     na absorção de eletrólitos presentes.

 

3.4. FLUXO DIÁRIO PELA VÁLVULA ILEOCECAL

 

    Foi bem verificado experimentalmente

    que 800 a 1.000ml de líquido em ação

    atravessam diária e progressivamente

    a válvula ileocecal que há na região.

 

3.5. PESO MÉDIO DAS FEZES

 

    Levando-se em conta uma ação natural

    a absorção de água é algo condizente

    com um peso médio das fezes do local

    em torno de 150 gramas habitualmente.

 

3.6. CAPACIDADE DE TRANSPORTE HÍDRICO PELO CÓLON

 

    A medida da maior capacidade em ação

    do transporte de água no cólon local,

    supera 5.700ml em 2 horas de infusão

    contínua no ceco de indivíduo normal;

 

3.7. ABSORÇÃO DO ÍON SÓDIO

 

  3.7.1. GASTO DE ENERGIA

 

    Hawker sugere que o íon sódio citado

    mostra-se em quase completa absorção,

    quando chega à luz do cólon estudado

    e até com gasto de energia na reação.
 

INTESTINO GROSSO  -  CLÍNICO-LABORATORIAL

 

 

1. ASPECTOS FISIOLÓGICOS

 

     A absorção de água é até irrelevante

     referente ao que acontece no delgado,

     todavia, nos cólons, ocorre bastante

     para que um quimo possa ser alterado;

 

     o quimo líquido e semi-líquido advém

     do delgado e, nos cólons, é alterado

     em volume sólido cuja textura provém

     do teor deste líquido que é retirado;

 

     concentração de sódio, na área ileal,

     freqüentemente varia de 40 a 70mEq/l,

     enquanto que onde existe massa fecal

     esses índices variam de 25 a 50mEq/l;

 

     cólons retêm a água e o sódio, porém

     excretam potássio e conseqüentemente,

     há elevada taxa de K+ fecal e provém

     do mecanismo nestes cólons existente;

 

1.4. AR INTESTINAL

 

 

    Um gás cólico mostra que ar engolido

    é responsável em aproximadamente 70%

    do conteúdo que nele está instituído,

    deglutição, pois, gera maior aumento;

 

    constata-se significativa deglutição

    com ingestão de líquidos normalmente,

    mas na sialorréia há maior expressão,

    e na boca seca de ansiosos comumente;

 

    é tal a expressão deste ar deglutido

    que nota-se, em operados, na prática,

    que um meteorismo pode ser prevenido

    por aspiração da sonda naso-gástrica.

 

1.5. AÇÃO DE BACTÉRIAS

 

    U'a má absorção estabelece condições

    próprias ao crescimento de bactérias,

    formando um substrato para produções

    de gases que mudam o odor da matéria;

 

 

1.6. DISTENSÃO E OBSTIPAÇÃO INTESTINAL

 

 

    Contrariamente ao que há num delgado,

    nos cólons, a distensão não gera dor,

    um desconforto, pode estar associado,

    porém, não é muito doloroso seu teor;

 

    pela manometria é possível constatar

    atividade motora que é maior no reto

    do que no sigmóide se pode encontrar,

    e na diarréia o movimento é discreto;

 

    numa constipação habitual observa-se

    do mesmo modo que no cólon irritável,

    maior atividade e também constata-se

    no megacólon chagásico e indesejável;

 

    o segmento reto-sigmoidiano constata

    desenvolvimento motor maior num reto,

    e a liberdade de ação neles arrebata:

    um ativo e o outro bastante discreto.